domingo, 3 de março de 2013

Pincelâneas II

Sopram as birutas que nesta terra não me encaixo.

Sou o berloque das árvores. De cabeças para baixo.






4 comentários:

  1. Qual estas birutas ressonando ao vento,
    Birutas também somos, resignados ao relento,
    Loucos por não viver este presente momento,
    Mas por sonhar um impossível intento.

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    1. Ah, gracias, senhores/senhoras do anonimato! Permaneçam por aqui embirutados; são parte do meu combustível!

      Abraços

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  2. Um do outro, todos somos combustíveis
    Pois vivemos juntos dentro desta nau
    Buscando por realidades intangíveis
    As quais a loucura impera igual.

    Nos rumos da vida foi isso que vi
    Transladado em um roda sem fim
    Pois o que eu faço reflete em ti
    O que você faz reflete em mim.

    Jã não me considero um reles biruta
    Já não me considero um anonimato
    Pois deste cálice eu tomei a cicuta
    E a vida me aplaudiu ao final deste ato.

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    1. Vivo morrendo de cicutas também...

      Abração!

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