terça-feira, 26 de julho de 2011

A equivocada lei do não sorriso

Se te escapa à face um sorriso, levante as mãos e agradeça. Por quê? Simples... dê uma longa caminhada pelas ruas e conte quantos sorrisos você identificou.
Sorrir hoje é coisa rara. Parece até que existe uma lei dizendo que só se pode sorrir se algo bom acontece. Uma boa notícia, uma boa cena...
Acontece que, no subconsciente da grande massa ocidental, está cristalizado que o sorriso é a mera contração de músculos faciais após algo que proporcione alegria. E não é bem assim.
Dias desses, ouvi de um grande mestre que, nos meus maiores momentos de aflição, eu deveria sorrir, sorrir e sorrir. Não para negar o sofrimento, mas sim porque o sorriso é maior elo para alcançar a força que reside em cada um de nós. Ou, simplesmente, o sorriso é a própria força.
Por isso, sorrir, ao contrário do que nossa pobre mente cartesiana "pensa", não é um gesto, tampouco consequência de alguma coisa "legal". Sorrir é um estado de espírito. Quanto mais sorriso, mais força. Quanto mais força, mais sorriso. E quanto maior essa progressão diretamente proporcional for, mais leve fica a alma. Mais bonita fica a caminhada. Não só aquela do começo do post, mas a da vida.
Ok... agora vocês podem soltar aquele clichezão: é tão fácil falar! Sim, eu confirmo: é muito fácil vir aqui escrever isso. Aliás, escrevo justamente porque sou quem talvez mais precise ler.
Porém, considerando novamente nossa pobre mente cartesiana, a boa notícia é que podemos domá-la. A má é que é difícil pra caramba rs! Portanto, encerro com a singela dica: sorria, apenas. Comece com um ato simples, pode ser mecânico mesmo. O resto vem por conta.

Oxalá nos ilumine com seu Divino Sorriso!



Nenhum comentário:

Postar um comentário